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Séries da semana 30/11 a 06/12 – House, Glee, Stargate Universe e Fringe

House – Bom episódio focado no Wilson. VAleu pela mudança de perspectiva, mas não empolgou.

Glee – Foi um dos melhore da temporada e avançou a história e isso por si só, já valeu. Número bem bacana dos Gleeks com colchões. Sue Sylvester está se tornando, com certeza, uma das melhores vilãs dos seriados.

Stargate Universe – Continua morno, que série mais chata. Os atores tem cara de pastel e não empolgam. Continuam  muito abaixo do Galactica que com o mesmo enredo (Julgamentos, traições, …) teve episódios muito melhores.

Fringe – Sai garoto-topeira e entra verme chinês – tudo a mesma porcaria numa série que não disse pra que veio nessa segunda temporada. Quando vão retomar os plots do final da segunda temporada???

Ainda tenho pra ver Dollhouse, Paradox e Misfits, estou levando fé nessa terceira, que não por acaso é inglesa.

Tempo: a nova moeda de troca

Com a internet, P2P, torrentz, DC++, … cada internauta tem a sua disposição, quase em tempo real, as melhores produções de TV do mundo, o melhor do cinema, quadrinhos, música. Ou seja, ele possui uma quantidade de possibilidade muito maior do que tempo para consumir tudo que quer.

O novo consumidor cultural é obrigado a escolher  o que quer assitir e sua principal moeda é o seu tempo.O mesmo tempo que ele tem para trabalhar, dormir, fazer exercícios, namorar,… portanto cada minuto na frente da TV tem que ser muito bem gasto, temque ter um alto retorno emocional.  Esse caso se agrava com as séries de TV, pois se umn filme for ruim, o espectador só investiu 2 horas de sua vida, mas se a série for ruim, o espectador terá investido 1 hora por semana nela. É muito mais tempo. Seriados tem que entregar cada vez mais para o espectador não se sinta  desrespeitado pel otempo que gadtou assistindo.

Já comentei aqui que  o motivo pelo qual Dollhouse foi cancelada é que eles apresentaram um 13º episódio alucinante e na segunda temporada voltaram pruma história sopinha de bebê. Fringe é outra série que está fazendo o mesmo e sua audiêcnia está despencando. Fringe apresenta universos paralelos, guerra dimensional e na temporada seguinte segue nos casos da semana contra o garoto -topeira, o garoto-mental, o observador que se apaixona, etc… Assim não dá, tem que avançar na história e não ter medo de tomar decisões ousadas.

The Mentalist consegue fazer isso. Cria-se um time inteiro de personagens no CBI apenas para poder usá-los de maneira dramatica para avançar a história. Quem assistiu o destino do time do Bosco, sabe do que eu estou falando. Excelente.

Por esse motivo é que tenho preferido  cada vez mais assistir séries inglesas. Elas são menores em tamanho, portanto não precisam de episódios tapa-buraco com tramas garoto-topeira.  Fora isso, como não possuem grandes orçamento, suas tramas tem que estar muito melhor calcadas no roteiro. Life on Mars, Ashes to Ashes, Being Human, Doctor Who, Torchwood, The Office, Skins, Primeval, Jeckyll, Mifits e Paradox  São todos exemplos de séries recentes inglesas com uma qualidade média de roteiros muito maior do que as séries americanas. Dê uma chance as séries inglesas, você vai perceber que não é perda de tempo.