Dollhouse cancelada

Quando ouvi falar de uma série onde os personagens teriam memórias diferentes a cada semana, achei o conceito bem interessante e fiquei empolgado pra ver a série.  O inicio foi morno e a série entregava por semana cada vez menos pelo meu tempo.

Segundo a Wikipedia, Dollhouse é uma série de televisão americana de ficção científica criada pelo roteirista e diretor Joss Whedon sob a Mutant Enemy Productions. O espetáculo estreou em 13 de fevereiro de 2009 na rede Fox. Episódios primeira temporada de Dollhouse têm cerca de seis minutos a mais do que um padrão de dramas de uma hora na televisão da Fox, como o show foi ao ar com metade de faixas horárias de publicidade comercial. Após 8 de maio de 2009, no final da primeira temporada, “Omega”, a série entrou em um breve hiato, antes de ser renovada para uma segunda temporada de treze episódios programada para estrear no segundo semestre de 2009.

O episódio décimo terceiro da primeira temporada, “Epitaph One”, não foi transmitido nos Estados Unidos por diferentes razões contratuais, mas foi lançado em DVD depois de uma estréia na Comic-Con 2009 em San Diego.

Eliza Dushku interpreta uma jovem chamada Echo, membro de um grupo de pessoas conhecidas como “ativos” ou “bonecas”. As bonecas são pessoas cujas personalidades e existência no mundo têm sido limpas para serem impressos com qualquer número de pessoas novas. O conteúdo pode incluir a memória semântica, memória muscular, habilidades e linguagem, como apropriado para tarefas diferentes (designados por “compromissos”). A nova pessoa pode ser um amálgama de várias pessoas reais, e o resultado final necessariamente incorpora tanto os pontos fortes e as falhas do modelo nas personalidades. Os ativos são, em seguida, alugados especialmente para o emprego, o que pode ser qualquer coisa, de cometer um crime para promulgar uma fantasia e para realizar a escritura ocasional. Em acoplamentos, Ativos são controlados internamente (e remotamente) por manipuladores. Os compromissos são eliminados da mente de uma boneca em estado semelhante a viver em um dormitório futurista / laboratório, um mecanismo oculto apelidada de “Dollhouse”. A casa de bonecas está localizado em algum lugar em Los Angeles e é uma filial de um grupo de pesquisa misteriosa conhecida como a Corporação Rossum.

A história segue Echo, que começa hoje, em seu estado vazio de mente, para se tornar auto-consciente.

O programa também enfoca os empregados da casa de bonecas “misteriosa” casa de bonecas, incluindo o gerente da casa de bonecas, DeWitt Adelle (Olivia Williams), ajudante de Echo Boyd Langton (Harry Lennix), e os cientistas da computação Topher Brink (Fran Kranz) , bem como outros dois “Dolls” chamado Serra e Victor (interpretado por Dichen Lachman e Enver Gjokaj), que são amigáveis, e por vezes parecem lembrar Echo. Os nomes dos ativos são simplesmente letras do alfabeto fonético. Embora os ativos são ostensivamente voluntários que trabalham por um período de cinco anos, a operação é altamente ilegal e sob constante ameaça de Paul Ballard (Tahmoh Penikett), um agente federal determinou que ouviu um boato sobre as bonecas, e de um ativo desonesto chamado “Alpha”.

 

A Série já começa pecando em escolher uma protagonista com limitados dotes interpretativos, portanto o espectador só percebe que há uma nova personalidade em Echo, por causa do texto, a cara dela como freira é igual  a de garota de programa que é igual como Doll. Numa série dessas, o elenco tem que ser bom, tem que ser realmente um personagem diferente a cada semana, não dá apenas pra dizer.

Outro problema da série é que o publico acaba não se identificando com as doll que passam metade do tempo realizando fantasias sexuas dos clientes, nem com os outros funcionários da Dollhouse que são mornos com uma ou outra excessão.

A série realmente melhora nos dois ultimos episódios onde vemos todas as tramas se fecharem. Se todos os capítulos fossem como o final do primeiro ano, talvez a série não tivesse sido cancelada.

Mas o principal é que o melhor episódioda série é exatamente  o que não foi ao ar, o que mostra onde o diretor queria chegar com a série. o episódio se passa num futuro pós-apocaliptico onde um bando de remelentos,  Felica Day entre eles, acha a Dollhouse e entre um assassinato e outro do grupo, eles conseguem descobrir como o mundo chegou na bagunça que está. Pra vocês terem uam idéia, a melhor atriz de toda a série é a garotinha que aparece nesse episódio.

Muito bem, devido aos dois últimos episódios, a série e renovada, e o grande público que viu o episódio perdido espera que a série retorne de onde parou. Futuro Apocaliptico, Felicia Day, garotinha boa atriz, remelentos, etc… E o que vemos. As mesmas histórias mornas da 1ª tempora, assim não dá. É Phoda.  É sacanear a audiência.  A série tinha que seguir que nem Galactica, com um capitulo emocionante depois do outro. Com os remelento tentando sobreviver  e não mais com o probleminha da semana com a atriz cara de porta. O diretor tinha que fazer como a premissa de sua série, apagar tudo e inserir uma nova personalidade.

Joss Whedon é bom diretor e, com certeza, sabendo que série não vai continuar, ele vai aloprar novamente e ai poderemos ver realmente alguns episódios bons e que msabe abrir espaço para um filme no cinema ou para TV depoiss. Isso é o que eu espero pois pelo que foi apresentado nesse ínicio de segunda temporada, o destinho da série é um só: o lixo. A FOX fez o certo.

Outra série que em sua segunda temporada está fazendo o mesmo e Fringe. Ela termina sua primeira temporada com guerra dimensional, Leonard Nimoy, torres gêmeas, etc… E estamos chegando quase a metade da segudna temporada com os agentes do Fringe resolvendo casos da semana como o do Garoto Toupeira, etc… Assim não dá. Sinceramente espero que Fringe não vire um novo Alias para J.J.Abrahans onde a priemira tempora e meia valeram a pena e o resto até o final da série foi pura enrolação.

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