Arquivo do mês: novembro 2009

Tempo: a nova moeda de troca

Com a internet, P2P, torrentz, DC++, … cada internauta tem a sua disposição, quase em tempo real, as melhores produções de TV do mundo, o melhor do cinema, quadrinhos, música. Ou seja, ele possui uma quantidade de possibilidade muito maior do que tempo para consumir tudo que quer.

O novo consumidor cultural é obrigado a escolher  o que quer assitir e sua principal moeda é o seu tempo.O mesmo tempo que ele tem para trabalhar, dormir, fazer exercícios, namorar,… portanto cada minuto na frente da TV tem que ser muito bem gasto, temque ter um alto retorno emocional.  Esse caso se agrava com as séries de TV, pois se umn filme for ruim, o espectador só investiu 2 horas de sua vida, mas se a série for ruim, o espectador terá investido 1 hora por semana nela. É muito mais tempo. Seriados tem que entregar cada vez mais para o espectador não se sinta  desrespeitado pel otempo que gadtou assistindo.

Já comentei aqui que  o motivo pelo qual Dollhouse foi cancelada é que eles apresentaram um 13º episódio alucinante e na segunda temporada voltaram pruma história sopinha de bebê. Fringe é outra série que está fazendo o mesmo e sua audiêcnia está despencando. Fringe apresenta universos paralelos, guerra dimensional e na temporada seguinte segue nos casos da semana contra o garoto -topeira, o garoto-mental, o observador que se apaixona, etc… Assim não dá, tem que avançar na história e não ter medo de tomar decisões ousadas.

The Mentalist consegue fazer isso. Cria-se um time inteiro de personagens no CBI apenas para poder usá-los de maneira dramatica para avançar a história. Quem assistiu o destino do time do Bosco, sabe do que eu estou falando. Excelente.

Por esse motivo é que tenho preferido  cada vez mais assistir séries inglesas. Elas são menores em tamanho, portanto não precisam de episódios tapa-buraco com tramas garoto-topeira.  Fora isso, como não possuem grandes orçamento, suas tramas tem que estar muito melhor calcadas no roteiro. Life on Mars, Ashes to Ashes, Being Human, Doctor Who, Torchwood, The Office, Skins, Primeval, Jeckyll, Mifits e Paradox  São todos exemplos de séries recentes inglesas com uma qualidade média de roteiros muito maior do que as séries americanas. Dê uma chance as séries inglesas, você vai perceber que não é perda de tempo.

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Galactica e Stargate Universe

Eu assisti a alguns episódios da antiga série galactica e quando vi as notícias de que haveria um remake não fiquei muito empolgado, apesar de alguns amigos meus estarem levando fé. Demorei para ver a série e depois que muita gente elogiou, foi que comprei o DVD da minissérie para assistir. Meu Deus, como pude estar tão errado, a minissérie é excelente e o ponto de partida para uma ótima série.

A série em si, teve 4 temporadas, aqui está um resumo tirado da Wikipedia:

Após muitos anos e sentindo a vontade dos fãs, novos produtores recriaram o velho seriado[3]. A idéia original era continuar a série original e contar histórias passadas cerca de quarenta anos após o ataque dos cylons. Entretanto, os novos produtores perceberam o potencial da história idealizada por Glen A. Larson e criaram algo inteiramente novo[4].

Desta vez, houve primeiramente uma minissérie em 2003 e depois, em 2004, iniciou-se a série que teve o episódio final exibido nos EUA em 20 de março de 2009.

A proposta agora é a seguinte: os Cylons são andróides criados pelos seres humanos para facilitar a vida nas colônias. Alguns desses andróides, os mais “nobres”, possuem autoconsciência e, auxiliados pelos menos inteligentes, os centuriões, rebelaram-se contra seus mestres. Seguiu-se uma longa guerra, concluída com um acordo de paz e a retirada dos Cylons para outro planeta, um mundo onde poderiam se desenvolver por sua própria conta.

Contudo, após anos de silêncio, eles desfecharam um traiçoeiro e fulminante ataque nuclear contras as Doze Colônias. Esse ataque só foi possível porque os Cylons evoluíram e passaram a mimetizar a forma humana, isto é, tornaram-se humanóides. Dessa forma, eles ludibriaram Gaius Baltar (James Callis), uma espécie de gênio científico responsável por um programa de computador que controlava a defesa das colônias; conseguiram, com sua cooperação involuntária, um vírus que paralisou totalmente a defesa dos humanos, inclusive a das naves de combate.

Apenas a Galactica se salvou desse ataque inicial e isso porque, a mando do Comandante William Adama (agora interpretado pelo ator Edward James Olmos), os computadores da nave não estavam em rede e, portanto, não eram vulneráveis ao vírus utilizado nesse ataque. O resto da história é semelhante ao da primeira série, a Galactica reuniu cerca de setenta e cinco naves civis, com uma população de quase cinqüenta mil pessoas e, sempre perseguidos pelos Cylons, passou a procurar a Terra apesar de Adama não acreditar que ela fosse mais do que uma lenda. A nova série, entretanto, é bem mais profunda, não se limitando a aventuras e batalhas espaciais: ela explora também as relações humanas em uma microcivilização ameaçada de extinção, na qual os humanos lutam entre si tanto como contra os Cylons.”

Creio que a série foi bem até a terceira temporada, a quarta e última foi mais devagar e menos empolgante. Se tivessem condensado a quarta e a terceira temporada numa só, seria melhor.  Até porque na minha humilde opinião, o final da Galactica foi meio chimfrim. De qualquer maneira muito melhor que Star Trek Voyager. De qualquer amneira, é uma série excelente, pesada e vale cada segundo gasto

 

Stargate Universe, franquia da série Stargate, foi criada para pegar os Orfãos de Galactica numa trama deveras parecida. Grupo de civis e soldados  sem querer acabam numa nave dos Antigos que está viajando para os confins do espaço num rumo pré-determinado. Todos querem voltar para a terra e precisam sobreviver e interagir na nave enquanto tentam achar uma maneira de voltar para casa. A diferençaa qui é que o pesosal da nave cosnegue ir aos plantas que aparecem n omeio do caminho através de stargates em vez de teletransporte, e mesmo nos confins do universo, há umas pedras que permitem a comunicação com a Terra.

O visual dos atores e dos cenários lembram mais Galactica do que Voyager. Mas diferente da primeira, Stargate Universe  não empolga. Os personagens são chatos e a direção não conseguiu captar  o drama dos protagonistas como foi conseguido em Galactica. A série tem que comer muito arroz com feijão para conseguir deixar sua marca.

El dia de cantar en Espanol II

Bersuit – El tiempo no para (O Tempo não para)

Los Pericos -El Gran Desfile (Fico Assim Sem Você)

Lo Pericos – Parate  y Mira (Loirinha Bombril)

Ataque 77 – Amigo (Amigo)


Bandas Gaúchas – Tchê

Eu me mudei pra Porto Alegre, quase 12 anos atrás, vindo do Rio de Janeiro, a impressão que dá é que tudo que toca no eixo Rio-São Paulo é sucesso nacional, ma são chegar em POA percebi que num estado tão grande como o Rio Grande do Sul, bandas de música conseguem crescer e sobreviver apenas do circuito estadual. Hoje, praticamente o que é sucesos nacional é  o que toca na MTV, ou seja, uma banda pra ter sucessos no Brasil, tem que se mudar pra Sampa e ser amiga dos caras .

Chegando em Porto Alegre, me deparei então com uma gama de bandas de boa qualidade que nunca tinha ouvido falar antes. Inclusive muitas que misturam musica gauchesca com rock/pop. Vou colocar alguam músicas que ouvi por aqui e achei no You Tube.

Wander Wildner – Amigo Punk

Ultramen – Peleia – versão Lipsync

Papas na Lingua- Viajar

Acusticos e Valvulados

Comunidade Ninjtsu – Ahh eu tô sem erva

Chimarruts

Nenhum de Nòs – Sobre  o Tempo

Tangos e Tragédias – Minha Alma

Fresno – Canto Alegretense


Pouca Vogal – refrão de Bolero

Tem muito mais banda e musica, mas tô com preguiça de procurar. E ai, Gostou de alguma?

Amigo do Roteirista

Num jogo de RPG de Comédia que eu gostava chamado “Mulheres Machonas Armadas até os Dentes” ou “Macho Women with Guns”, jogo esse que simulava de forma humorística todos os filmes da decada de 80 onde a heroina da hitória descia o pau em todo mundo. Ripley, Sonja, Sarah Connors, etc…  Havia uma vantagem especial que o persoangem podia comprar, a vantagem era “Amiga do Roteirista”.

Voces já viram aqueles desenhos onde o personagem da história tenta fazer de tudo ,mas  o desenhista vai mudando o fundo, repintando o personagem e ele só se ferra. Ou nos quadrinhos da mônica  onde o Mauricio aparecia pra colcoar ondem na casa e ajudar a turminha porque havia um novo roteirita/desenhsita fazendo horrores.

Isso equivale para séries de TV também. Em Star trek, o Capitão Kirk dava uma tesoura voadora meio carpado com salto mortal de costas e conseguia atingir o inimigo e vencer aluta. Só morria camisa vermelha. Em profissão Perigo, MacGyver,o protagonista fazia uma bomba nuclear com chiclete e arame e  acabava a aventura sem um arranhão, salvando o mundo.

Pensando um pouco na séries que etão em cartaz atualmente, percebi que tem uma que com certeza o protagonista deve ter essa vantagem. Não , deve ter mais…, ele deve ser  o “Amante do Roteirista”, ou coisa parecida. A série é The Mentalist, onde o protagonista é um cara que se fingia de vidente e agora ajuda a polícia da California.  Ele hipnotiza, sabe  o culpado antes mesmo da série começar, faz as deduções mais estapafúrdias e sempre acerta. Monta planos mirabolantes que sempre funcionam e pegam o bandido.  Seus colegas de departamento que treinaram anos parecem um bando de amadores perto dele. A série é boa, mas chega a irritar a discrepância do personagem foderosos que sabe tudo em relação a seus colegas.

Assista a The Mentalista, a série é boa, os casos são interessantes, os coadjuvantes são legais e depois me diga se o Pratrick Jane  não possui uma amizade colorida com os Roteiristas.

 

 

Y, ZDM, MSP 50 e Terra X

Recentemente comprei alguns encadernados de quadrinhos, coisa que não fazia há muito tempo, vamos aos comentários.

Y- O Último Homem


O mesmo material que a Pixel Editora já tinha lançado na Pixel Magazine. Isso quando a Pixel lançava quadrinhos de verdade e não coisas como  Luluzinha Teen)  Entendo que a Panini tenha que publicar o ínicio da história para depois poder continuar de onde a antiga editora parou. Só espero que ela siga com encadernados e não traga acontinuação da história pra dentro de alguma revista, isso é o terror para quem gosta de colcocar seus quadrinhos na estante. A história é boa e para quem não sabe: morreram todos os homens do mundo, todos não, um sobreviveu, e, é a história desse homem perambulando por um Estados Unidos caótico dominado pelas mulhere de que a HQ trata.  O encadernado é capa mole e reune os números 1 a 5.

ZDM

Similar ao caso anterior, é a republicação das histórias que já tinham saido na Pixel MAgazine. Esse encadernado reune  os 5 primeiros números da história, só que é capa dura e bem mais caro que o Y.  Outra Hitória que vale a pena, Ela foca nas experiências de u mrapaz que acaba cobrindo o dia-a-dia de uma Nova Ypork destruida pela guerra, uma zona desmilitarizada (o ZDM do título) entre as duas forças que estão em guerra civil. Um título que fala sobre dor, perdas , sobrevivência e esperanças no meio do desespero.

MSP 50

TP que comemora os 50 anos dos quadrinhos do Mauricio de Souza e da Turma da Mônica. 50 artistas desenharam histórias curtas com seus traços e utilizando os personagens clássicos da turminha. Há histórias lindas e outras nem tanto. o resultado é um pouco irregular.  O trabalho do Sidney Gusman a frente da edição do livro é muito boa, ele realmente ele soube pegar expoentes dos quadrinhos brasileiros. Eu como colecionador de quadrinhos e leitor da Turma da Mônica quando criança, gostei muito, e até me emocionei em algumas história, ainda mais com amigos meus desenhando algumas delas. Meus filhos, por outro lado, acharam um livro uma chatice só…


Terra X

Capa dura, grande (quase 500 páginas) e Chato pra cacete. Uma tentativa de fazer um Reino do Amanhã para amarvel. Alguns conceitos interessante do Alex Rosss. Faz dormir até o mais fanático dos marvetes. O livro deveria mostrar o futuro do universo Marvel, mas, bem, ehrrr, ele cumpre, mas é duro aguentar 500 páginas de uma história ruim… Se  o futuro do Universo  Marvel for essa história, melhor explodir tudo agora pra nãodeixar o futuro acontecer. Melhor gastar o trocados comprando o encadernado doS Supremos, iso sim é bacana!!!

Música Anos 80 – versões Superbus

A banda Superbus gosta de um covver anos 80.

A Heart of Glass

Boys Don´t Cry

Into Groove

Just like the Old Days – Feeling the 1980 groove