Arquivo do mês: outubro 2009

Do you date Felicia Day?

Só soube da Felicia Day pelo blog do Alexmaron, exatamenrte com o clip acima, onde ela canta com todos os personagens principais da websérie The Guild, que você pode ver aqui. A série é sobre um grupo de amigos que joga um Massivo Online de fantasia. mais nerd, só se ela fosse sobre uma  grupo de jogadores de RPG.

Coloquei o nome dela no IMDB e descobri que a menina já participou de Buff, atuou no episodio perdido de Dollhouse, que considero o melhor da série, e por fim tambem participa de uma outra websérie como uma fadinha em The Legend of Neil, paródia de The Legend of Zelda, game da Nintendo. Ela vai longe, pelo menos entre os nerds. Afinal quando é que eles vão ter uma musa ruiva que gosta de fantasia e Videogame.

Curtam agora a The Fairy Song com Felicia Day

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Krod Mandoon and the Flaming Sword of Fire

Meu amigo Dudu deu a dica e eu fui conferir.  Krod Mandoon and the Flaming Sword of Fire, comédia de fantasia medieval produzida pelo Comedy Central. A série que é curta, acompanha um grup od eheróis lideradosor Krod e sua espada de fogo Flamejante contra as maquinações do malvado regente Dongalor.

Krod é o típico herói de uma saga num mundo de magia, reis, cavaleiros, e absolutamente nada passa sem uma crítica engraçada a todos esses estereótipos. Aneka é a melhor namorada de herói, pena que ela é um pouco “dada” demais.  O resto dos amigos de Krod também não fica atrás: o mago picareta, o homem-porco, burro como uma poreta e o ex-amante do general da revolução, Bruce. O vilão e seu assecla são impagavais tambem. Krod Mandoon é uma mistura de grupo de RPG com Groo. Eu recomendo!!! Depois de muito tempo, voltei a rir com piadas em uma comédia.

Para saber mais acesse  o site do Comedy Central – http://www.comedycentral.com/shows/krod_mandoon/index.jhtml

 

Aqui vai uma gag do primeiro episodio

 

E o strip tease da Aneka.

Memórias do RPG – Parte I

Eu tenho 36 anos, quando eu tinha 14 anos, ou seja, 22 anos atrás, eu comprei e li numa sentada: o Hobbit e O Senhor dos Aneis. Adorei os livros e fiquei com pena quando acabou. Afinal não eram muitos os livros de fantasia que um moleque de 14 anos conseguia comprar  nas livrarias em 1987.

Um mês e pouco depois, viajei com meus pais para uma casa de praia, e lá encontrei um amigo que por sua vez tinha levado um amigo. Esse outro rapaz tinha esse livro vermelho ai de cima, o livro básico do D&D. Como tinhamos  o final de semana inteiro, acabamos jogando uma aventurinha que vinha com o jogo. A aventura em si foi terrivel, mas aquilo foi uma explosão na minha cabeça. Existia um jogo no qual eu poderia participar das historias dos livros que eu gostava. Onde eu poderia ser elfo, anão, hobbit, mago, guerreiro, ladrão ou clerigo e minhas ações iriam influenciar a história. Havia tambem uns dados muito legais, com 4, 6,8,10, 12 e 20 faces.

Depois disso, comecei a procurar nas livrarias e nada, mas falei do jogo proi meu vizinho e numa viagem da mãe dele, ela trouxe os módulos do D&D e os 3 livros do AD&D (1ª Edição). Xeroquei os livros do D&D e comecei então a árdua tarefa de entender como era aquele estranh o jogo. Ainda lembro quando cheguei pra esse meu amigo da casa de praia e disse que tinha cosneguido uma cópia dos livros e ele se virou pra mim e disse “Eu tambem”

Falei com um amigo do curso de ingles que tambem estava lendo o Senhor dos Aneis, convenci meu vizinho, e asssim, todos nós moleques de 14/15 anos começamos nossos primeiros jogos de D&D e AD&D.

Descobri uma livraria no centro do Rio onde conseguia importar os livros, demorava 3 meses, mas os livros chegavam. Convenci outros amigos da escola a jogar tambem, e com isso começou a história com o RPG que já dura 22 anos.

Nesse meio tempo editei fanzines, ajudei a organizar eventos de RPG, escrevi livros de RPG e editei revistas sobre  o assunto e nunca parei de jogar, mesmo que atualmente só jogue via Foruns, pois é o que o tempo permite.

O D&D e o AD&D, depois de alguns anos, enjoaram, mas ai vieram o Call of Cthulhu, Paranoia, Ars Magica, Mulheres Machonas, Vampiro, e outros tantos jogos que fica até dificil listar. Conheci pessoas que são meus amigos até hoje e com o RPG continuo fazendo novas amizades, mesmo que muitas delas só conheça virtualmente e por meio do MSN.

Se forem me classificar, vão dizer que eu sou Old School, um dinossauro do RPG, a geração Xerox. Me vejo daqui uns anos jogando com os meus filhos e seus amigos. Será que assim conseguirei voltar a fazer jogos de mesa???  Serás que eles vão gostar de jogar com um velho babão, ou vão preferir passar  o seu tempo em jogos como World of Warcraft, Nintendo Wii, SecondLife, …

E você, como começou no RPG?

Banda de Meninas

Tenho visto o programa Experiemnte no Multishow, nele Edgard traz sempre duas bandas novas para tocar, num cenário que lembra a sala da casa de alguem que mora mal, pois  o espaço para as bandas é apertado.

Em um dos primeiros programas que vi, tocavam bandas eletro de mulheres, quase umas CSS next genertation, se é que siso existe. Já tinha falado ouvir do Copacabana Club que realmente tocou uma musiquinha  interessante. Aqui vai o clip da musica mais famosa da banda.

Hoje vi mais um programa, e a banda de meninas da vez era uma banda Chamada Paralléles. As meninas até bonitinhas, mas  o som, que se diz um mix de anos 60, punk rock e modernidade. Sofrivel.

Olhando essas bandas, me lembrei de outra banda de meninas que fez certo sucesso na Europa,  as Plasticines.

Procurando no You Tube, tambem achei a banda Agnela, entitulada “as garotas do rock do Brasil”

Eu gosto de  mulheres vocalistas, hoje em dia creio que ouço mais vocalistas femininas do que homens cantando, isso inclusive se refletirá ans musicas que colocarei aqui no blog , mas pera lá, quando a principal qualidade propagada de uma banda de MÚSICA é que ela é uma banda de meninas. Quando o genero das integrantes  está acima da qualidade musical, isso é um mal sinal!!!

I Gotta Felling

Essa musica é divertida, mas não sei se é pra tanto. vamos a alguns videos legais com a musica.

Clipe oficial da banda Black Eye Peas

 

Flash Mob na Oprah

 

Versão Lip Dub na faculdade

 

Car Dance

 

Versão Filhote do demonio Pazuzu

 

I´m a Korean

Torchwood

Um amigo meu odeia séries inglesas da BBC. Os atores são feios, são mal atores, e normalmente as séries possuem baixo orçamento, com (d)efeitos visuais. Quando bem -feito, eu adoro isso tudo. E Torchwood tem isso tudo e ótimos roteiros.

Para quem não sabe do que eu estou falando, tirei esse texto daqui

“Torchwood” é derivada da série de ficção científica “Dr. Who”, trazendo mais aventuras de uma equipe de investigadores que utiliza a tecnologia alienígena para resolver crimes terrestres e extraterrestres.

A série gira em torno de Torchwood Three, um ramo do Torchwood Institute dedicado (entre outras coisas) a vigiar a falha tempo/espaço que corre pela cidade . O instituto foi criado pela Rainha Vitótia, em 1897, para defender o reino contra ameaças sobrenaturais e extraterrestres, após uma reunião com o Dr. Who e um homem-lobo em uma casa chamada Torchwood, situada nas montanhas da Escócia.

Com uma sede subterrânea sob o Millenium Center, de Cardiff, os seis membros da Torchwood Three operam à margem do governo e da polícia e muito além das Nações Unidas. A mando do Capitão Jack Harkness (John Barrowman), sempre enigmático e vigilante, a equipe se dedica ao desconhecido e luta pelo impossível.”

o site Topismo publicou os 5 motivos para se assistir Torchowwod, quee u vou reproduzir aqui, com os devidos créditos

5) A trama: A idéia não é exatamente original, entretanto sua apresentação é inteiramente nova. No século XIX, a Rainha Vitória criou secretamente uma organização chamada “Torchwood”, com o único objetivo de recuperar itens alienígenas e utilizá-los para o bem do Império Britânico. Mais de uma centena de anos de passaram e o Instituto Torchwood ganhou ramificações, ao todo 4! Na série conheceremos como funciona a terceira organização. Localizada no centro do País de Gales, em Cardiff, Torchwood 3 é formado por um pequeno grupo de outsiders, cada um com sua especialidade, possuindo acesso ilimitado e prioridade em todas as investigações estranhas que acontecem nos arredores. No episódio piloto acompanhamos a policial Gwen que, ao se deparar com a equipe de Torchwood, acaba descobrindo que o universo era bem maior do que ela pensava. Sob os olhos de Gwen vamos sabendo pouco a pouco o que é Torchwood nos dias de hoje, algo bem diferente da idealização na época em que foi criado.

4) Os personagens:
Temos ao todo 5 personagens centrais. A já mencionada Gwen Cooper (o contato com a polícia), Dr. Owen Harper (médico e segundo em comando), Toshiko Sato (especialista em computação), Ianto Jones (suporte) e o Capitão Jack Harkness (o líder do bando). É nos personagens e suas relações que começa a originalidade tão característica das boas obras de ficção cientifica. Cada um deles possui diferentes agendas, seus relacionamentos tanto externos quanto internos são oscilantes. Ou seja, nada de turma feliz de amigos, o ambiente de trabalho é pesado. Como em qualquer emprego, a equipe tem dias boas e ruins, podem jantar juntos e conversar normalmente ou podem se desentender violentamente e quando se discorda em Torchwood, geralmente armas engatilhadas e disputas morais acabam resolvendo a situação. Pela primeira vez numa série, temos a chance de gostar e de desgostar dos personagens (às vezes num mesmo episódio).

3) Os temas: Não é qualquer série hoje em dia que pode debater tão abertamente temas como suicídio, eutanásia, existencialismo, niilismo, o poder como instrumento de corrupção, vida após a morte (mais especificamente: ausência de vida após a morte – um tema recorrente em Torchwood é o fato de que “quando morremos, tudo acaba, não existe nada além de escuridão), identidades secretas e relacionamentos homossexuais. Em cada episódio uma pauta, que se liga a outra e forma uma grande e complexa arena de debates. Entretanto, nem tudo é apresentado com tamanha seriedade, as questões aqui levantadas são geralmente postas de forma natural. Dilemas que surgem e que forçam os personagens a tomarem decisões pensadas ou precipitadas. Torchwood é uma série feita para adultos, mas que coloca em questão temas que deveriam ser explorados (em diferentes níveis) desde que nascemos.

2) O realismo: Como eu já mencionei, não é sempre que podemos gostar e desgostar de um personagem de ficção dentro de um mesmo episódio. Na vida, mesmo entre amigos, temos momentos assim, nem sempre somos constantes quanto as nossas amizades, pessoas podem nos surpreender positivamente ou negativamente a todo o momento. Geralmente em roteiros ficcionais isso não é possível, a não ser que se trate de um suspense criminal em que o mistério do “quem matou?” possa nos levar a gostar ou detestar alguém. Ainda assim, o crime ainda é apenas um embuste, um corte muito brusco na relação do espectador com o personagem. Em Torchwood somos levados a reavaliar nossas posições e, muitas vezes, perdoar os personagens por suas ações, tentamos entendê-los e isso não é fácil de ser reproduzido. Graças as alegorias alienígenas, somos conduzidos a pensar nos humanos, um mérito de toda ficção cientifica bem pensada é, justamente, o de ser realista.

1) Capitão Jack Harkness: Ok, até aqui eu fui bem sério. Agora podemos relaxar pois o Capitão Jack Harkness não é um mero personagem. Pense em Han Solo, misture ele com outro Capitão, Jack Sparrow e agora adicione um toque de total mistério sobre suas origens e suas motivações! Esse é o Capitão Jack Harkness, bem humorado, destemido, capaz de se sacrificar por quem quer que seja e de enfrentar seus melhores amigos caso esteja certo (e geralmente ele está). Entretanto nem tudo é fácil para Jack Harkness, para começo de conversa essa não é sua identidade real, graças a uma ressurreição* Jack não pode morrer – nunca! – o que faz dele um potencial suicida já que não existem limites para suas ações. E se não bastasse tudo isso, Jack tem que lidar com outra faceta de sua personalidade, seu lado “omnisexual”. Sim… homens, mulheres, seres alienígenas sem gênero… todos atraem o Capitão que acaba se arriscando tentando fazer com que o mundo compreenda ou não repreenda sua orientação. Fato esse que gera alguns dos melhores momentos da temporada.

A série possui 3 temporadas, a primeira e asegunda co m13 episódios ea terceira com apenas 5, no formato de mini-serie.  OS persoangens são bem construidos, as tramas são sólidas. e há muito tempo que eu não via uma série de ficção cientifica co mroteiros tão interessantes. Lógico, voce tem que abstrair um pouco a cara dos monstros e alguams coincidencias de roteiros. maa série é diversão certa e no dia que lançarem u mRPG dela, com certeza vou comprar. Fiquei até com vontade de ver as 4 temporadas que já sairam de Doctor Who.  Só tome cuidado ,se voce não gosta de cenários e monstros que lembrem os anos 60,  nem  situações homoafetivas, essa série pode te chocar. HE HE HE.

E que venha a quarta temporada!!!

Superbus – Buttlerfly

Banda francesa que está estourando nas Europa. Aos poucos vou colocando alguns clipes dela aqui. Essa foi uma das primeiras músicas da banda que ouvi.